Sincaesp se reúne com Brastece e Abracen

 Nos dias 27 e 28 de julho entidades discutiram os problemas comuns nas Ceasas

 No dia 28 de julho, estiveram reunidas a Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento - Abracen e a Confederação Brasileira das Associações e Sindicatos de Comerciantes em Entrepostos de Abastecimento - Brastece.

As duas entidades, que representam as Ceasas brasileiras e permissionários discutiram os problemas e as possíveis melhorias nos entrepostos, tanto na operação como na gestão.

No dia anterior, 27 de julho, em reunião na sede do Sincaesp, os membros da Brastece avaliaram que os problemas que os permissionários passam são comuns nas centrais brasileiras e que nos entrepostos onde a gestão é compartilhada com os permissionários as coisas funcionam melhor.

O grupo circulou pelo mercado e ficaram chocados com o estado degradante e a total desorganização em que ele se encontra. Segundo Ronaldo Navarro da Ceasa Minas “um mercado que já foi modelo para o Brasil está abandonado, deixou de ser referência. O maior mercado da América Latina está largado. O governo tem obrigação de cuidar do que está aqui, mas infelizmente Ceasa não é prioridade para eles”.

Valdir de Lemos, da Ceasa Rio e presidente da Brastece reconheceu a situação em que se encontra o mercado e afirmou que “muitas das coisas que acontecem, nós permissionários somos os responsáveis. Temos que nos unir, exigir melhorias, fazer manifestações, chamar a atenção da opinião pública. Não podemos ter medo da administração.”

“Todos os mercados tem os mesmos problemas. A ingerência é o maior deles. Temos que traçar uma pauta mínima, tendo como referência os bons modelos de gestão. É preciso que se crie um conjunto de regras, independente de quem seja o presidente da companhia. Com uma fiscalização rigorosa, segurança efetiva, precisamos disso para resgatar o entreposto”, afirmou Claudio Furquim, vice-presidente do Sincaesp.

Estiveram presentes representantes de mercados atacadistas de todo o país, com o intuito de discutir temas de interesse comum e fortalecer a integração das CEASAS brasileiras para seu aprimoramento e desenvolvimento. Ficou acordado que um documento com reivindicações será encaminhado para a Abracen.

No dia 28, foi a reunião entre as duas entidades representativas das centrais de abastecimento. Na abertura do encontro Gustavo Fonseca, presidente da ABRACEN e da Ceasa de Goiás destacou “a importância do investimento em políticas para que as centrais possam continuar oferecendo um serviço de qualidade que garanta a segurança alimentar aos consumidores”.

Durante o evento, o presidente do Sincaesp José Luiz Batista, falou sobre os problemas que afetam o entreposto de São Paulo. “Aqui na Ceagesp, de 20 anos para cá a situação começou a degradar. Estamos num ponto que está muito difícil operar. Além de não termos gestão, o comércio clandestino aumenta, a insegurança.

Pagamos um condomínio caríssimo sem ter o retorno esperado. Exaustivamente temos levado nossas reivindicações à adiministração do entreposto, nos recebem bem, são abertos a um diálogo, mas nada vira realidade. A cada dia que passa as coisas ficam piores. Não adianta esperar nada deles. Precisamos recuperar o tempo perdido.”

Está provado que não é preciso inventar nada, existem exemplos bem sucedidos de outras Ceasas. O Sincaesp tem uma proposta de uma gestão compartilhada e de como os recursos devem ser aplicados.

 

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