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CEAGESP divulga análise financeira do 1º trimestre de 2017 da capital e interior

 

Balanço financeiro mostra um acumulado de mais de R$ 2,3 bilhões em volume financeiro

A Seção de Economia e Desenvolvimento (SEDES) da CEAGESP publicou o balanço financeiro referente ao primeiro trimestre de 2017, que mostra um acumulado de mais de R$ 2,3 bilhões em volume financeiro, que representam mais de um milhão de toneladas em produtos, gerando uma proporção de aproximadamente R$ 2,200 mil por tonelada.

Nesses valores vale destacar a importância na comercialização de frutas dos entrepostos de Sorocaba, São José dos Campos e Bauru, além do valor total acumulado do Entreposto Terminal São Paulo (ETSP) que em produtos representa quase quatro vezes mais que a somatória de todas as unidades do interior, com um volume financeiro aproximadamente 4,5 vezes maior.

Em um comparativo com o primeiro trimestre de 2016, foi registrada uma variação positiva de 4,3% referentes às toneladas de produtos que deram entrada nos entrepostos, e -15,1% em volume financeiro, ocasionando num declínio de 18,6% no comparativo Volume Financeiro/Tonelada (VF/Ton). Essas variações se devem principalmente aos declínios financeiros nos comparativos de cada mês e o acréscimo em toneladas de produtos da mesma época.

No ranking dos entrepostos, a unidade da capital se destaca com uma participação de 79,1% de um valor total de mais de um milhão em toneladas, e 81,4% em volume financeiro de um montante de mais de R$ 2 bilhões. Dentre as cidades do interior, o destaque fica para Ribeirão Preto que aparece em segundo lugar, com 6,3% de participação em toneladas e 5,5% em volume financeiro.

ENTREPOSTO TERMINAL SÃO PAULO

Na análise dos dados estatísticos de comercialização de 2017 no ETSP, foi registrado um montante de mais de 800 mil toneladas e um volume financeiro de quase R$ 1,9 bilhão. O destaque fica para a comercialização de frutas, com uma larga vantagem em volume financeiro (mais de um R$ 1 bilhão) que representa mais da metade em toneladas do total (mais de 430 mil), praticamente o dobro em relação ao segundo colocado (legumes).

Na comparação desses dados com o ano anterior, há uma variação de R$/TON de -18,8%, com uma variação em toneladas 3,2% e volume financeiro em -16,2%. No comparativo com outros produtos (legumes, verduras, diversos, flores e pescados), o de frutas apresentou uma participação de mais de 50%, tanto em toneladas comercializadas quanto em volume financeiro.

Ainda no ESTP, em termos de origem por país, os produtos brasileiros representam sendo 90,6% do volume por toneladas e 82,4% no volume financeiro segundo. Dentre os outros países, os destaque ficam para Argentina e Chile, 2º e 3º colocados respectivamente, porém seguidos de perto pelos demais países. Já por estado, São Paulo tem 49,5% de participação em toneladas e 45,5% em volume financeiro sendo que o segundo colocado, Santa Catarina, apresenta pouco mais de 7% em ambos os dados.

No ranking geral dos produtos da unidade ETSP, observa-se que o tomate tem o maior destaque, liderando tanto a participação em toneladas (8,7%) quanto em volume financeiro (7,6%). Os destaques também ficam com a laranja (2º em toneladas com participação de 8,6% e 3º em volume financeiro com participação de 7,3%), maçã (6º em toneladas com participação de 4,1% e 2º em volume financeiro com participação de 7,3%) e batata (3º em toneladas com participação de 8,4% e 6º em volume financeiro com participação de 4,2%).

FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS

No comparativo de venda de frutas entre o primeiro trimestre de 2016/2017, tanto os valores de toneladas e volume financeiro tiveram mudanças positivas, com o primeiro dado saltando de pouco mais de 400 mil para quase 433 mil e o segundo subindo quase R$ 30 milhões, o que ocasionou numa variação R$/TON de -4,3%.

No ranking, os destaque ficam com a laranja (1º lugar em toneladas com participação de 16,6% e 2º em volume financeiro com participação de 12,9%), maçã (4º em toneladas com participação de 8% e 1º em volume financeiro com participação de 13%) e o mamão (2º em toneladas com participação de 9,8% e 5º em volume financeiro com participação de 6,9%).

Nos legumes, a ETPS tem variações negativas em relação ao ano anterior. No volume de entrada de produtos, a variação foi pequena (-0,6%) indo de pouco mais de 218 mil para 217 mil toneladas, enquanto que no volume financeiro a queda foi de -36,8% indo de aproximadamente R$ 668 milhões para quase R$ 422 milhões, o que ocasionou em uma variação R$/TON de -36,5%.

No ranking por produtos os destaques ficam com o tomate, cenoura e batata doce, 1º, 2º e 3º lugares respectivamente tanto em toneladas quanto em volume financeiro. Mesmo com a grande participação dos três, o tomate consegue ter um destaque ainda maior com mais de 33% de participação tanto em toneladas quanto volume financeiro, a cenoura tem 9,8% no primeiro e 8,5% no segundo e a batata doce 8,4% e 6,1% respectivamente.

No comparativo do setor de verduras, tanto toneladas quanto volume financeiro tiveram quedas, sendo que na primeira a queda foi de quase dois mil (62.553 toneladas para 60.562 toneladas aproximadamente) e a segunda de pouco mais de R$ 22 milhões (pouco mais de R$ 133,5 milhões para pouco mais de R$ 111,4 milhões). Em porcentagens a variação foi de -3,2% para toneladas e -16,6% para volume financeiro, com a variação de R$/TON em -13,8%.

No ranking de produtos temos quatro destaques. O maior de todos é a alface, liderando o ranking de toneladas (participação de 24,2%) e de volume financeiro (participação de 24,6%), o repolho fica em 2º em toneladas (participação de 20,8%) e 4º em volume financeiro (participação de 6,9%), o brócolis em 4º em toneladas (participação de 5,6%) e 2º em volume financeiro (participação de 8,5%) e o milho verde em 3º em ambos (participação de 19,7% em toneladas e 7,8% em volume financeiro).

No setor de diversos (batata, coco seco, cebola, alho e ovos) da capital, ocorreu uma variação positiva de 3,6% (pouco mais de 101 mil toneladas para pouco mais de 105 mil toneladas) e um volume financeiro de -40,1% (de quase R$ 281 milhões para pouco mais de R$168,3 milhões). Assim a variação R$/TON ficou em -42,2%. Dentre os produtos foram registrados dois destaque, a batata em primeiro lugar em ambos os rankings com 67% de participação em toneladas e 46,9% em volume financeiro, e a cebola em 2º lugar em toneladas com 22,6% de participação e 3º em volume financeiro com 15,6% de participação.

FLORES E PESCADOS

No setor de flores, tanto a variação em toneladas quanto em volume financeiro apresentam uma queda de valores em comparação ao mesmo período do ano anterior. Em toneladas a variação foi de -9,8% indo de pouco mais de 9 mil toneladas para pouco mais de 8 mil toneladas. Já em volume financeiro, a variação foi de -4,6% indo de quase R$ 53 milhões para pouco mais de R$ 50 milhões. Esses valores representaram uma valor de 5,7% positivo na relação R$/TON. Os produtos que se destacam são a tuia (1º lugar em toneladas com 7,2% de participação), a rosa (1º lugar em volume financeiro com 23,5% de participação), a orquídea (2º lugar em volume financeiro com 17,9% de participação) e o crisântemo, que figura como destaque em ambos os rankings (2º em toneladas com 6% de participação e 3º em volume financeiro com 8,2% de participação).

O setor de pescados do ETSP apresentou queda tanto de toneladas quanto em volume financeiro. Em toneladas a queda foi de 17,2% indo de pouco mais de 13,6 mil toneladas para pouco mais de 11,270 mil toneladas. Já em volume financeiro a variação foi de -11,5% com os números indo de aproximadamente R$ 86,16 milhões para R$ 76,22 milhões, fazendo a relação R$/TON ficar em 6,8%. Os destaques ficam para a pescada (1º lugar em toneladas com 18,9% de participação e 2º em volume financeiro com 14% de participação), a sardinha (2º em toneladas com 13,6% de participação e 4º em volume financeiro com 7,8% de participação) e o salmão (7º em toneladas com 4,2% em participação mas em 1º lugar em volume financeiro com 15,8% de participação).

 

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